Em junho de 2025, uma presença surgiu nas redes brasileiras com tanto humor quanto mistério: Marisa Maiô, apresentadora fictícia criada por inteligência artificial. Em poucos dias, seu “Programa Marisa Maiô” viralizou no Instagram, X e TikTok — o primeiro episódio brilhou com mais de 1,7 milhão de views no X, e o segundo ultrapassou incríveis 2,3 milhões no Instagram.

Criada por Raony Phillips com auxílio da tecnologia Veo, do Google, Marisa tece uma sátira hipnótica à televisão sensacionalista, com cenários realistas que falham no timing dos gestos, expressões levemente desconexas e objetos que parecem falhar em sua materialidade — tudo isso construindo uma beleza absurda e desconcertante.

Sua viralidade transcendeu o meme: em menos de um mês, marcas como Magazine Luiza, OLX e inDrive a acolheram em campanhas que celebraram sua ousadia visual e digital, criando um estranho e cativante encontro entre IA e cultura de consumo Wikipédia. Mas o fenômeno também acendeu um debate urgente sobre deepfakes e o poder da mídia sintética — e como ela mobiliza emoções tão profundas quanto perigosas.


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