Se você ainda paga um “especialista de SEO” para ranquear seu blog na primeira posição do Google, eu tenho uma notícia financeira para você: você está investindo em um terreno que acabou de ser desapropriado.
A notícia que a maioria dos portais de marketing está ignorando – porque eles vendem cursos de SEO – é a implementação agressiva do SGE (Search Generative Experience) pelo Google.
Em termos simples: agora, quando o seu cliente faz uma pergunta complexa, o Google não devolve uma lista de links. Ele devolve uma resposta pronta, gerada por IA, que ocupa toda a tela inicial do celular.
Os links orgânicos? Empurrados para baixo da dobra. Os anúncios de pesquisa (Google Ads)? Lutando por migalhas de atenção periférica.
A Conexão com o Colapso de 2026
Isso não é um “update de algoritmo”. Isso é uma mudança estrutural de infraestrutura.
Lembram dos dados que discutimos no Dossiê 2026? O Brasil já tem 310 milhões de acessos mensais no ChatGPT. O comportamento do usuário já mudou: ele parou de procurar e começou a perguntar.
O Google, apavorado com a migração para o ChatGPT, decidiu canibalizar seu próprio produto principal. Para não perder o usuário para a OpenAI, eles transformaram a busca em um chat.
O Que Isso Significa Para o Seu Caixa?
- A morte do tráfego orgânico de topo de funil. Se a IA responde a dúvida rápida do usuário, ele não clica no seu artigo de blog “5 dicas para…”.
- A inflação do Google Ads. Com menos espaço na tela para anúncios, o leilão pelas posições restantes vai ficar brutalmente mais caro. O CPL vai explodir.
A Única Defesa: Marca Soberana
Neste novo cenário, só existe uma forma de ser encontrado: quando o usuário não digita uma dúvida genérica, mas digita o SEU NOME.
A batalha não é mais por palavras-chave. É por share of mind.
Enquanto o mercado chora as pitangas com a queda do tráfego orgânico, o arquiteto entende que a única saída é construir uma presença tão forte que a própria IA seja obrigada a citar você como fonte primária.
O SGE não matou o marketing. Ele apenas matou os intermediários preguiçosos. Bem-vindo à era onde só o sinal sobrevive.





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