O Google atualizou hoje o app Gemini: respostas que aprendem preferências a partir de conversas passadas, Temporary Chats para sessões sem histórico e novos controles de dados. Personalização com freio de mão ético.
Na prática, times criativos ganham um assistente que “lembra” do tom de marca, mas podem trabalhar off-record ao planejar anúncios sensíveis ou campanhas surpresa.
No setor público, escala já em curso: Miami-Dade adotou Gemini for Education para 100 mil estudantes e docentes — um sinal de maturidade de produto e governança.
Para marcas, abre-se o espaço do “brand brain” privatizado: instruções, biblioteca de ativos e guias de voz guardados com controles finos de retenção.
IA que respeita limites gera confiança — e confiança converte. Entre lembrança e esquecimento, nasce a presença certa.
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